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[FP] Leon Laustern Heatiifily.

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Mensagem por Leon Laustern Heatiifily em Sab Jul 27, 2013 2:22 pm


MODELO DE FICHA

"Em quem podemos confiar se, até mesmo as pessoas que amamos, nos ferem?"

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Leon Laustern Heatiifily.
CODENOME:
-x-
IDADE:
Dezesseis.
NACIONALIDADE:
Inglês.
GRUPO:
Independentes.
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
-x-
Leon possui uma mente “neutra”, se por assim dizer. “Como assim?” Deve estar se perguntando. Diferente de muitos mutantes, ele não possui ambições, se referente ao lado em que atua – bem ou mal. Mesmo não tendo um lado certo, pode-se tornar um vilão, ou um herói, tudo dependerá daqueles a quem ele mais ama ou presa. "Então ele é do tipo que se defini vilão ou herói, com base no que são seus amigos? Resumidamente, um alguém que só se torna herói ou vilão, por influência de alguém que ama?" Sim, em partes, é por isso mesmo. Não é do tipo egoísta, e por tal motivo, procura sempre agradar aqueles a quem considera muito, tudo em uma forma de mantê-los perto, podendo ou não se impor limites, dependendo unicamente do grau de afetividade para com tal pessoa. Possui grande dificuldade de se relacionar socialmente com alguém, e de confiar nesta; possuindo também, uma grande desconfiança para com todos ao seu redor, lhe agravando tais ”defeitos”, tornando-o um ser solitário. Embora, mesmo com tudo isso, seu único desejo firme e propriamente seu, é de encontrar alguém em quem possa confiar e amar, e se sentir seguro quando na presença de tal.

Leon é um jovem de estatura mediana, possuindo 1,70 de altura. Sua pele é bem alva, chegando a ser um tanto rosada, normalmente. Seus olhos são de azul bem claro, reluzentes; quando usufrui de seus poderes, é notável o brilho incomum em seus olhos, onde suas íris passam a ser de um azul ainda mais claro e brilhante. Seus cabelos são lisos, e de coloração escura, porem, vindo a ser um tanto claro. Transparece bondade e serenidade, aqueles a quem o olham. Entre tanto, em momentos de tristeza, pode vir a transparecer a face mais triste e o humor mais agressivo, se lhe forem jogados os fatos do passado. Dificilmente sorrir, porém, quando cede a este ato, consegue confortar e encantar a qualquer um ao seu redor. Possui um corpo levemente malhado, sendo magro, mas com massa definida e muito bem distribuída. Tem grande habilidade acrobática, e uma agilidade espantosa. Tem consigo um colar de prata com um pentagrama, anteriormente de sua mãe, e que lhe fora entregue antes de sua morte; tal objeto permanece envolto do pescoço do garoto, normalmente oculto pelas vestes do garoto.
Poderes e Habilidades


Auracinese:


Leon possui a capacidade de ver, controlar e absorver a aura astral de uma pessoa. É capaz de causar qualquer dano ou alteração mental ou espiritual em uma pessoa, sendo capaz de enfraquecer, tirar a consciência, apagar a memória, absorver a aura astral – o que irá torna-lo mais forte e a vítima mais fraca, fazer entrar em coma ou estado vegetativo, e/ou em casos extremos, até mesmo matar qualquer um que possuir uma aura astral – tudo que vive possui uma aura astral. Toda vez que absorve uma aura astral, Leon adquiri lembranças, e até mesmo pensamentos recentes da vítima, sendo esta um humano ou mutante. Em casos raros, pode se obter as habilidades de um mutante, porem, é algo muito improvável, necessitando de grande maestria sobre a Auracinese. Assim como possui a capacidade de enfraquecer alguém, pode também, torna-lo mais forte, ampliando seus poderes. É capaz de Projeção Astral, que lhe dá a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito, podendo afetar até mesmo o plano físico, quando em estado de espírito. Também é capaz de tomar o controle do corpo de outra pessoa via projeção astral.



Geração de Campo de Força - Físico e Psíquico:


Leon é capaz de criar um campo de força protetor em volta de si mesmo, de outro alguém, ou de um local em específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência, de acordo com a vontade do rapaz. Possui também, um campo protetor entorno de si mesmo, algo que protege sua mente de ataques psíquicos, e outros; pode expandir este campo, visando proteger pessoas, ou um local por inteiro, ocultando a presença de si mesmo, e daqueles a quem protege, de um telepata; não é capaz de inibir a proteção sobre si mesmo, estando esta, sempre ativa. Possui an capacidade de disparar projéteis de força que apenas impactam o adversário com brutalidade, em diferentes escalas.
Antecedentes históricos
Nasceu no ano de 1997, no dia 09 de setembro, em Londres, na Inglaterra.

Não fora por amor, muito menos por paixão. Podemos dizer, de forma direta e realista, que alguns veem a este mundo não pela necessidade natural de qualquer ser vivo em querer procriar-se, e sim, por uma ambição que rompe barreiras, destruindo todos aqueles que se opõem a esta. A ambição humana. Proveniente de uma raça que se designa como sendo a mais capaz, inteligente, e merecedora de ser a dominante terrestre. Embora capazes, não são perfeitos. Em sua vivencie, trouxeram ainda mais dor e destruição para um mundo, até então, “puro”. Um feto “criado” e desenvolvido a partir de um desejo descomunal, uma ambição que aparentava não ter fim. Uma criança gerada, unicamente, para suprir os desejos desmedidos de pesquisadores, e de um casal de doutores, visando concretizar um avanço inimaginável da ciência, acelera-la a um ponto nunca, jamais alcançado, porém, muito desejado. Criar alguém com poderes incomuns, até mesmo para os seres mutantes já existentes. A capacidade de manipular, ver, dentre outras questões, a alma. Eles talvez estivessem, finalmente, acertando os passos. Poderiam ao fim, descobrir se algo como “Deus”, ou ao menos espíritos, existem; poderiam ao fim, finalizar sua luta contra os religiosos, que há muito se prolonga. Era tentador, era incontrolável. Não podiam se conter, não mais, não estando com tudo em mão, e uma oportunidade há muito esperada. Era um desejo, uma ambição, que se alimentava da esperança daqueles que tanto desejavam, e que com isto, tornou-se tão grande a ponto de dar vida. Sim, dar vida. No fim de tudo, puderam ter o inicio de sua grande descoberta. Uma criança. Um bebê mutante, com capacidade que esperavam ultrapassar até mesmo os limites normais de um mutante, um de sua própria espécie.  Um bebê que nasceu sem amor, banhado em desejos com capacidades corrosivas; um ser que nasceu a partir da impureza humana. Ao menos, recebera um nome. Leon Laustern Heatiifily. É como o chamaram, ao fitarem o recém-nascido, debatendo-se e berrando. Sentia-se só, todos ali presente, envolto dele, todos... Não podiam o acolher, eles lhe desejavam e pegavam com outras mãos, suportando apenas o desejo de dar inicio a tudo, o mais rápido possível. Uma criança que pode notar a falta de amor ao seu redor, logo ao nascer.

Os anos se passaram e Leon se desenvolvera, tanto fisicamente quando psicologicamente. Suas habilidades mutantes também acompanharam tal crescimento, uma vez que estas tenham se aflorado ainda muito cedo, mesmo que em segredo. Mantivera-se, na maior parte de sua infância, preso em laboratórios, sendo analisado, pesquisado, dentre diversas outras questões, que no fim, apenas lhe renderam uma grande insegurança se referente às pessoas ao seu redor. Não se podia confiar, não se podia amar. Ele estava preso, em uma jaula escura, sobre os cuidados de seres, tão perversos quanto os mais monstruosos dos monstros. Eles buscavam por algo, algo que o garoto tinha e que tinha consciência disto, e por isto, escondia. Fingia ser um ser normal, ou ao menos tentava. Demonstrava ser incapaz de qualquer ação sobrenatural, tudo com o intuito de afastá-los, de se livrar deles. Era o que ele mais queria, era o seu desejo que rompia barreiras, e de limite inalcançável. Era saudável manter esperanças? Talvez sim, talvez não. Porém, era a única forma que o garoto encontrara de sorrir, logo após pensar em uma vida distante dali... De sua imagem, sorrindo, pulando alegremente, talvez em um bosque, talvez em um lar, talvez muitas outras coisas; seus pensamentos eram demasiado infinitos. Era um alguém de pensamentos puros, em um mundo de monstros. Por muito tempo se viu indo de sala em sala, passando por procedimentos que poderiam ser vistos como desumanos. Embora tudo isso, o garoto se mantinha na defensiva, ocultando sua real identidade, seus poderes, que o tornavam um mutante; o mutante que eles tanto queriam e sonhavam ter. Com o tempo, a ideia de que Leon não era nada além de uma experiência fracassada se instalará em suas mentes, gerando desapontamento em muitos deles. “Já que ele não pode nos dar o que queremos, porque mantê-lo aqui por mais tempo?” Eles se perguntavam mais e mais. Os dias se passaram, e em pouco tempo, o garoto por fim tivera o seu único desejo realizado. Ele por fim, encontrou-se fora daquela grande jaula. Podia-se sentir o calor dos raios solares sobre sua pele, esquentando-a, mesmo que de forma leviana; a brisa leve e calma bater contra suas vestes, lhe trazendo conforto para com o clima; podia-se ao fim, sentir a natureza de diversas formas, ao seu redor. Sua habilidade, em maior parte, lhe permitirá sentir tudo isso com mais intensidade. “Será a minha chance de poder viver da forma que sempre sonhei?” Pensou, fitando as nuvens, que pareciam vagar em harmonia com suas iguais, pelo céu azul do dia. Encontrava-se em um bosque, que aparentava estar bem distante da civilização. Havia algumas pessoas ali, trajando vestes brancas, como médicos. Leon as fitava, esperando que algo de ruim ocorresse; algo que o levaria para dentro daquela grande estrutura a qual sempre estivera preso, até então. Ele poderia correr ou voar se pudesse. Tudo para não voltar aquele lugar assombroso, de qual guarda as piores lembranças, e talvez as únicas existentes. Seu pessimismo o ajudara a pensar assim. Engolira em seco.

- Venha... Querido. Nós iremos te levar para casa. Pronunciou a loira, de olhos verdes, e estatura mediana. Sua voz era doce e calma. - Você não precisa ter medo de mim... Ela esticou a mão na direção de Leon, aproximando-se. - Até porque, sou sua mãe. Sorriu, esperando que o garoto pegasse em sua mão, e seguisse consigo.

O garoto não sabia ao certo o que fazer, pois de todas as formas a loira ali, o afetará com suas palavras. Ele a olhava, desconfiado. A brisa passará, levando consigo, algumas folhas secas, provenientes do outono. Depois de um momento em silêncio, aproximou-se um pouco mais dela, pegando em sua mão. Ele por fim aceitará ir com ela... Sua mãe.

Sorrisos e sorrisos. Sorrir passou a ser um gesto fácil, de se realizar, mesmo para com as questões mais simples da vida. O garoto finalmente encontrara a felicidade há muito desejado? Era o que parecia. Leon encontrava-se, talvez, no melhor momento de sua vida. Tudo o que sempre sonhara, enquanto ainda se mantinha naquele laboratório frio e de ar melancólico, estava ali, se realizando, concretizado, se por assim dizer. Podia-se amar e confiar. Sentia estar, por fim, acolhido; salvo de toda a dor que sentira no passado. Os bons momentos eram constantes, pareciam até algo natural, ou costumeiro no dia-a-dia. Já não se tinha em vista, uma face triste; os olhos azuis até então mergulhados em um mundo preto e branco, ganharam mais vida, brilho; o pequeno mutante que nascera a partir da pura ambição humana, estava de frente com a felicidade, saboreando desta, das melhores formas possíveis, suas mais valorosas “virtudes”. Não demorou muito para que o garoto criasse laços com aqueles que se dizem “pais” do mesmo. Ele havia cedido, baixando sua autodefesa, para poder usufruir das experiências e sensações que poderia vir a ter, a partir de sua vivência dentro de uma família. Sim, uma família. Quem diria que alguém como ele, poderia ter algo assim, não é mesmo? Talvez haja alguma influência divina nisto, quem sabe. Seus pais chamavam-se Frederick Lieberman Heatiifily e Madellene Elizabeth Laustern Heatiifily, um casal de médicos, de nacionalidade francesa. Frederick, sendo um homem muito fechado para com todos ao seu redor, possuidor de muitos experimentos mutantes e mantedor de esperanças sobre as habilidades de Leon, que até então, o garoto as mantinha em segredo, visando não causar desavenças ou algo do gênero, entre si e seus pais. Madellene não foge muito ao estilo de Frederick, sendo um pouco mais aberta com aqueles envolta, e gentil; não possuía mais as mesmas ambições de antigamente, chegando a pensar verdadeiramente no bem estar de seu filho, uma vez que esta se sentira bem, como nunca antes, ao estar sendo uma mãe de verdade, mesmo depois de anos passados desde o nascimento do filho. Leon aprendeu com seu pai muitas habilidades acrobáticas, desenvolvendo uma agilidade incomum, até mesmo para um mutante. Não fazia parte de sua capacidade mutante, talvez fosse fruto de seu árduo e excessivo esforço para que pudesse satisfazer seu pai. Como poderia aprender algo assim com um Doutor? Bom, há muitas coisas na vida de nossos pais que não sabemos, apenas esperamos nos surpreender cada vez mais com o modo de agir, demonstrar ou falar, deles. Aprendeu com a mãe á falar fluentemente o francês e o russo.

Por algum motivo, como todos sabemos, a felicidade é algo que poder vir e ir, em uma velocidade espantosa. Quando se nota, ela já está viajando, novamente, para longe de você. Em uma noite de tempestade, Leon estava deitado sobre sua cama, em seu quarto. Nada se ouvia, a não ser o som da natureza que transparecia sua fúria por meio de fortes correntes de ar, e os trovões, os tão temidos trovões; pareciam rasgar o céu, que com isto, tornava-se cada vez mais instável, agressivo. O garoto segurava um livro, concentrando-se em uma leitura, profunda e divertida; embora fosse quase impossível manter o foco nesta, por culpa da tão turbulenta tempestade. Ao longe, mesmo que em extrema dificuldade, podia se ouvir vozes. “Nhá... Talvez estejam conversando sobre as nossas férias do mês que vem. Espero e imagino que chegue a ser uma das mais marcantes de minha vida...” O garotou desviou sua concentração, largando o livro sobre a cama. Imaginava que seus pais estivessem conversando na sala, em gritos, como costumavam fazer de vez em quando. Suspirou um pouco cansado. Desejava descansar os olhos, mas era impossível com tal tempestade. Fitou o teto por certo momento, e em meio a pulo, levantou-se da cama, caminhando até a porta, e por meio de um giro na maçaneta, a porta se abriu. As vozes tornaram-se cada vez mais audíveis, conforme o garoto se aproximava da sala de estar, da casa.

- Precisamos leva-lo ao laboratório novamente, você sabe disso, Madellene. Uma voz grossa e imperativa ecoara por todos os lados. Frederick estava de frente a sua mulher, encarando-a, transparecendo seriedade. - Dias atrás, pude presencia-lo usando seus poderes, as escondidas. As últimas palavras de sua frase destacaram-se em um tom diferente, meio que indagativo.

- Fale baixo, Frederick! Sabe que ele poder escutar. Rebateu, tentando conter a grosseria do marido. - Não podemos deixa-lo naquele lugar, não novamente. Sentou-se sobre uma poltrona, transparecendo preocupação. - Ele é nosso filho... Frederick, por favor... Eram claras as lágrimas escorrendo de seus olhos, e percorrendo seu rosto.

- Não me venha com essa, Madellene! Ambos sabemos que ele não nasceu de nosso amor, ele nunca ao menos, tivera isso de nós! Exclamou o homem, impondo-se mais uma vez perante a mulher.

Eles se entre olharam, ainda aflitos com tal discussão. A loira mantinha-se a chorar, tentando arrumar palavras para derrubar o marido e sua crueldade para com o filho, porém, de nada adiantara. Ela estava tão fraca e abalada, que mal podia falar. O silêncio então pairou entre eles, erguendo seu reino. Leon estava em choque. Podia sentir seus sonhos quebrando, como um vidro a ser atingido por uma pedra; a sensação de que seu mundo, em instantes, tornara-se o mais escuro e fútil possível, o fez tremer, suando frio. Como em uma chuva de meteoros, as mais dolorosas das lembranças vieram, atormentando-o mais uma vez, e quase que rasgando sua mente em diversos pedaços. O amor, a confiança... Tudo se desfizera. O mundo que tanto passou amar, na verdade, era uma grande ilusão. Ele não podia chama-los de “pais”, não mais. Rumo, em um estado totalmente instável de ser, para o seu quarto. Frederick e Madellene continuavam a discutir, embora o homem ali estivesse com a vantagem, dominando tal troca de palavras.

- Eu nunca mais... Nunca mais... O garoto pegou uma mochila jogada ao canto do quarto, erguendo-a com os braços e levando-a até perto do guarda-roupas. Suas lágrimas escorriam pelo rosto, descomunais. Não se podia descrever o estado mental de Leon naquele momento. Para si, era como estar morrendo da forma mais dolorosa. - ... Irei acreditar... Nunca mais! Finalizou, em baixo tom. Estava triste, com raiva... Desiludido. Com a maior velocidade, retirou o máximo possível de roupas, as colocando na mochila; a maioria de suas peças de roupas. Seu maior desejo agora era de se manter o mais longe possível dali. Não suportaria olhar na cara daqueles a quem amou e acreditou pela primeira vez. “Como pude me deixar enganar assim, de forma tão fácil?” Era o pensamento mais recente do garoto, que sem pensar duas vezes, escapou pela janela do quarto. Podia sentir as gotículas de água molhando-o, de forma totalmente incontrolável. Embora os ventos fossem fortes, ele seria mais. Nada o impediria de fugir dali.

O tempo se passou, completando três anos desde o dia em que saíra de “casa”. Leon, já á alguns messes próximo de completar 17 anos, ainda é um menor, e por tal motivo, continua a fugir daqueles que ameaçam sua liberdade. Embora, ainda desiludido, o rapaz, no fundo, ainda busca alguém em quem possa confiar e amar. No fim de tudo, nem toda a esperança se fora com o desapontamento.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
Não possui um controle plausível sobre suas habilidades, tendo dificuldades em manipulá-las de forma correta e/ou eficaz. É facilmente manipulado por aqueles em quem confia ou ama, independentemente de quem seja ou o que são.

MANIAS:
-x-

PERICIAS:
Possui habilidades acrobáticas, tendo uma agilidade surpreendente. Domina perfeitamente o inglês, francês e russo.



Última edição por Leon Laustern Heatiifily em Sab Jul 27, 2013 4:23 pm, editado 1 vez(es)

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Leon Laustern Heatiifily


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Mensagem por Convidado em Sab Jul 27, 2013 3:18 pm

Então, vamos lá. Sua ficha está ótima até onde eu li(quando voltar pra casa termino de lê-la), só uma coisa está fraca, sua fraqueza, mude-a por favor. Muito Obrigado e até daqui a pouco



Convidado


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Mensagem por Rodolpho Pollack em Sab Jul 27, 2013 9:27 pm

Ficha Aprovada!

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