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[FP] Anastácia Bryce

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Mensagem por Anastácia Bryce em Sab Jul 27, 2013 11:18 pm


MODELO DE FICHA

*Rosna*

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Anastácia Bryce
CODENOME:
Feline
IDADE:
30 anos
NACIONALIDADE:
Americana
GRUPO:
Independente
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
Mãe
Por toda sua vida Anastácia só soube de duas coisas: matar e servir. Agora que se vê livre ela é reservada com estranhos, mas amorosa e ferozmente protetora com aqueles que conquistam seu afeto. Se porta como uma pessoa em alguns momentos e como animal em outro, tendo o habito de lamber a bochecha de quem gosta como um beijo e de arranhar móveis para afiar as unhas. Tem trauma de ficar submersa em água.

Sua forma física real está em um lugar entre humana e animal. Seu corpo humano é coberto de pelo branco listrado de preto, com orelhas e calda de tigre. Seu cabelo é espesso e preto, chegando a altura da cintura. Tem 1,80 de altura, 75kg e olhos azuis com pupilas verticais que refletem a luz, como um gato. Caso deseje porém pode aparentar diversos estágios de transformação: completamente humana, humana com rabo e orelhas, sua forma original, completamente animal.
Poderes e Habilidades
Transmutação Animal - Pode se transformar nos mais diversos tipos de animais, podendo variar de acordo com seu nivel de poder o porte do animal, seu nivel e forma natural permite a mutante se transformar completamente em um tigresa, isso se dá somente pelo fato de sua dna, mas recentemente foi descoberto que seu poder lhe permite se transformar em outros animais, porém não são de porte semelhante por causa de não haver prática nessa habilidade.

Manipulação de Vibrações Sonoras: Pode controlar e manipular as vibrações causadas até mesmo pelo menor ruido, sua audição aguçada lhe permite detectar o menor dos sons, e com isso a mutante pode utilizar sua habilidade de manipulação para que total controle sobre essas vibrações,podendo moldar sua voz, ou de outros mutantes, podendo ocultar o som proveniente de si ou de um outras pessoas.
Antecedentes históricos
Desde quando poderia se lembrar, Anastácia vivia em uma jaula quadrada, em um grande corredor branco cheio de outras jaulas iguais a dela. Junto com ela na pequena jaula havia outra menina como ela, uma tigresa alaranjada, e, se elas soubessem o significado de família, se chamariam de irmãs. A vida ali era uma rotina vertiginosa. Anastácia era submetida a testes, remédios e substancias que nem sempre tinham um bom efeito colateral no seu corpo, e treinamento mental, onde lhe ensinavam matemática e línguas para ver se sua parte humana podia ser explorada. Conforme passou o tempo e ela se tornou forte, passaram a treina-la para combate também e com frequência ela se viu lutando contra outros como ela para garantir seu jantar.

Por mais que ela se ferisse, seus machucados se curavam com o tempo, mas infelizmente o mesmo não acontecia com a sua companheira. Muitas vezes ela era jogada na cela no fim do dia sem mal poder se mexer, e Anastácia se sentava ao seu lado para lamber as suas feridas, numa triste tentativa de ajudar. Elas raramente falavam uma com a outra, mas em uma noite, a ultima noite delas, aquela tigresa laranja disse algo que Anastácia nunca se esqueceria. Ambas estavam deitadas frente a frente, exaustas de outro dia de testes e lutas. A tigresa sem nome, assim como Anastácia na época, olhou para a amiga.

- Branca... - Ela chamou. As cores eram uma das poucas coisas que elas sabiam, e usaram isso para nomear uma a outra.

- O que... foi Laranja? - Anastácia respondeu, abrindo os olhos.

- Você já... se perguntou... Por que... Eles fazem... Isso... Com a gente...? - Anastácia fechou os olhos.

- Eu já... Ouvi comentários... Entre os... outros... - Disse, se referindo aos cientistas como as pessoas como elas os apelidaram. - Eles querem... criar armas... vivas... para matar... para vender...

- Eu não... gosto disso... branca... - Anastácia abriu os olhos ao ouvir a mudança na voz da amiga, vendo-a prestes a chorar - Eu não... gosto de... machucar... prefiro morrer... do que... continuar assim... dói demais...

Ela então se curvou para frente num ataque de tosse violento, que mal a deixava respirar. Os guardas rapidamente vieram ver o motivo da anomalia e abriram a cela para tentar recolhe-la. O terror correu pelo sangue de Anastácia transformando-o em gelo, ela sabia o que eles faziam as cobaias que deixavam de responder ao tratamento. Num surto ela se transformou na sua forma animal e mordeu a mão do guarda que estava estendida para pegar Laranja. Sua mordida foi tão profunda que quando ele puxou a mão, dois dedos ficaram na sua boca, os quais ela cuspiu.

Foi preciso uma arma de choque para faze-la parar de atacar, e ela caiu no chão, ainda tendo alguns espasmos pela eletricidade. Com a visão nublada ela viu Laranja sendo levada embora enquanto a cela era fechada novamente. Desse dia em diante Anastácia se tornou rebelde ao tratamento do laboratório. Se recusava a receber os medicamentos, fazer os testes ou lutar. Frequentemente era deixada sem comida e água, mas demoravam dias para esse castigo surtir algum efeito nela, então surras se tornaram preferencia de punição. Alem de faze-la sofrer pelo mal comportamento, ela se recuperava rápido do mal tratamento. Foi em um desses dias que ele a encontrou.

Maxwell Monroe estava acompanhando o pai em uma de suas negociações, agora que tinha 15 anos já era tempo de aprender a como tocar os negócio da família. Ele andou pelo longo corredor branco cheio de celas olhando para os animais humanoides com desinteresse enquanto seu pai ia na frente conversando com o cientista chefe. Na sua mão ele trazia um saquinho pardo com nugets, um lanche para comer durante a visita longa, que vira e mexe mergulhava a mão para apanhar um.

Ele parou abruptamente no seu caminho quando sentiu algo se agarrar a sua perna. Olhando para baixo ele viu uma mão/pata estendida por entre as grades da sela ao seu lado, ele acompanhou o caminho do braço de pelo branco listrado de preto ate chegar ao rosto cansado de Anastácia. Ela estava deitada no chão próxima a grade, com os olhos semi cerrados de aparente fraqueza, e como conseguira a atenção dele voltou a recolher a pata, encarando-o com seus olhos azuis suplicantes. Maxwell se agachou ao lado dela para examina-la melhor, encantado com o animal que ele jamais vira antes e preocupado com o seu estado deplorável.

- Olá para você... - Ele olhou na plaqueta ao lado da cela - Projeto A11A? Isso deveria ser um nome?

Independente das indagações do adolescente, Anastácia gemeu infeliz, fungando entre as barras, sentindo o cheiro de algo. Maxwell voltou sua atenção para ela no momento em que o estomago da garota roncou alto, denunciando o seu mal.

- Esta com fome? - Ele notou o saquinho ainda na sua mão. - Ah! É isso que você quer?

Ele pegou um nagets crocante de dentro do saquinho e colocou próximo ao rosto da garota, passando a mão pelas barras de aço. A garota cheirou hesitante o alimento por um momento antes de abocanha-lo, engolindo-o em duas mordidas com um suspiro de deleite. Ela se levantou um pouco, apoiando o peso do tronco em um cotovelo para lamber-lhe os dedos, ronronando em agradecimento. Maravilhado, ele continuou a alimenta-la, sendo recompensado com um ronronar constante e leves lambidas da sua língua áspera. Restavam apenas alguns petiscos no saco quando ele foi abruptamente arrancado para longe das grades, pego pelo colarinho.

- Você esta louco rapaz?! - O cientista berrou e Anastácia rosnou, se encolhendo mo canto da cela, mudando para sua forma animal. - Essa criatura poderia ter te arrancado a mão inteira numa mordida!

- Do que você esta falando? - Maxwell olhou para o cientista indignado - É um animal tão dócil!

- Dócil? Ela? - O cientista riu por um longo tempo. - Acho que alguns dos meus guardas discordariam de você.

- É sim e eu vou provar!

Antes que seu pai ou o cientista pudessem detê-lo Maxwell se ajoelhou junto a jaula novamente e estendeu a mão por entre as barras, chamando Anastácia.

- Venha menina, eu não vou te machucar.

Anastácia ainda estava encolhida no canto, com seu pelo todo arrepiado e os dentes a mostra, mas como Maxwell falou suavemente com ela, sem qualquer medo, ela se acalmou. Lentamente e com grande cautela ela se aproximou dele, voltando a sua forma real, ate estar ao alcance da sua mão. Ele cuidadosamente coçou atras da sua orelha e ela ronronou.

- Isso é... - o pai de Maxwell começou a dizer, mas foi cortado pelo cientista.

- Inacreditável! Ela nunca se comportou de tal forma antes! Onde esta minha prancheta? Isso precisa ser registrado imediatamente!

- Pai, posso ficar com ela? - Maxwell pediu - Eles tem centenas desses aqui, não vão sentir a falta só de um.

- Maxwell...

- Eu vou adestra-la corretamente, eu prometo! Você não disse que eles usam esses animais para proteção? Mamãe não vai reclamar se eu disser que é meu cão... - ele olhou para Anastácia - Ou melhor, tigre de guarda.

- Bem filho, se você insiste...

- O que?! - o cientista saltou no lugar, levantando os olhos da prancheta em que ele escrevia freneticamente. - I-infelizmente meu senhor ela é uma das nossas espécimes únicas. Mesmo tendo um mal gênio terrível ela é extremamente importante para a pesquisa e...

- Sr. Wally. - o pai de Maxwell cortou - Pense bem. O que é mais importante para sua pesquisa? O meu dinheiro que sustenta todo o seu trabalho ou esse animal?

O cientista apertou os lábios por um momento, mas por fim desistiu com um suspiro, concordando com a cabeça.

- Ótimo. - Comemorou Maxwell, olhando para a tigresa na jaula. - Eu vou te chamar de... A... Anastácia!

Pela primeira vez na vida Anastácia foi levada para o lado de fora do laboratório, dentro de uma jaula menor ela foi transportada para um avião, que aterrissou na mansão dos Monroe. Anastácia viveu como bichinho de estimação de Maxwell dos 10 aos 15 anos. A mãe de Maxwell a odiava com todas as forças, mas nunca se opôs por amor ao filho. Ela não soube ate alguns anos depois, quando passou a compreender seus poderes plenamente, mas naquele dia, Maxwell só lhe oferecera seus petiscos por ter sido influenciado pelos seus feromônios sem controle.

Porem, quando Maxwell completou 20 anos, seu pai morreu e ele assumiu os negócios da família. Sua mãe tentou convence-lo de todas as formas a cortar todas as ligações com os experimentos e venda de mutantes, mas ele não quis escuta-la. Ela culpou Anastácia por isso, mesmo que a sempre fiel garota sempre tivesse agido apenas como seu amo queria. Enfurecida com ambos, ela esperou um dia propicio e então agiu. Anastácia estava a beira da piscina, esperando tranquilamente o seu mestre voltar depois de sair para atender um telefonema e deixa-la sozinha, quando a mãe dele se aproximou. Ela sacudiu um pequeno petisco de peixe no ar, que Maxwell costumava dar a ela, e sorriu.

- Pss pss gatinha, quer um lanchinho?

Anastácia não queria, mas Maxwell lhe disse para sempre fazer as vontades de sua mãe, então ela assentiu em silencio. A mulher jogou o petisco e Anastácia pegou-o no ar e o engoliu inteiro, só então notando que havia algo errado. Uma forte dormência se espalhou pelos seus membros e ela cambaleou sem qualquer força. Sem dizer nada a mulher se aproximou dela e agarrando-a pelo pescoço arrastou a garota até a piscina, jogando-a nela e mantendo sua cabeça submersa. O terror tomou conta de Anastácia, mas ela não podia mover sequer um músculo, como se estivesse em um pesadelo do qual não podia se forçar a acordar. A água invadiu seus pulmões queimando como fogo e ao pouco sua mente começou a ficar igualmente torpe, caindo na inconsciência.

De repente as mãos que pressionavam sem pescoço se foram e ela foi arrancada para fora d'água, cuspindo água quando pressionaram seu peito com força. Abrindo os olhos com muito esforço ela viu o rosto furioso de Maxwell gritando algo com sua mãe que ela não conseguia compreender. Ele voltou seus olhos para ela e sua expressão passou para preocupação enquanto ele alisava seu rosto. Mesmo que com essa tentativa frustrada a mãe de Maxwell não desistiu até alcançar o seu objetivo, conseguindo dois meses depois vende-la a colecionador de espécies raras.

Nos cinco anos que se seguiram ela passou de mão em mão quatro vezes. Pertenceu ao colecionador americano, que a usou para pagar uma divida de jogo a um organizador de lutas, que fez dela sua campeã de ringue. Ele a perdeu em uma aposta para um frequentador, dono de um cassino e este a fez de premio em uma de suas jogatinas, de modo que ela passou a pertencer a um mafioso chines. Este ultimo morreu em uma disputa por território de contrabando, deixando-a sem um mestre, livre para fazer o que quiser.

Porém, ela não fazia a menor ideia do que fazer com essa nova liberdade, não tinha ideia do que fazer sem ser obedecer a outra pessoa. Tudo que ela pode fazer foi arranjar algumas roupas, amaldiçoando cada segundo em que estava vestida naqueles tecidos incômodos, e forçar a sua aparência para ficar completamente humana e se misturar. Por seis meses ela andou sem rumo certo, indo de cidade em cidade, roubando um pocado de comida apenas quando a fome apertava num intervalo de alguns dias. No sexto mês dessa rotina ela passou a sentir que alguém a observava, fazendo-a ficar cautelosa enquanto andava pelas ruas durante a noite.

E em uma dessas noites ela o conheceu. Andando por uma praça deserta durante a madrugada ela topou com um homem loiro enorme, muito maior que o seu 1,80. Mesmo armado, ele não aparentou qualquer ameaça para ela, parecendo mais preocupado em verificar se ela tinha intenções de ataca-lo. Dessa forma ela simplesmente passou por ele sem demonstrar qualquer interesse, o plano numero um para evitar quaisquer problemas. Esse homem sem nome a seguiu, fazendo menção de querer falar com ela, mas interrompido abruptamente quando uma terceira pessoa surgiu em cena. Um homem tão alto, se não ainda maior, que o primeiro e igualmente loiro surgiu na frente de Anastácia, fazendo-a recuar, e se pronunciou com um tom de voz sarcástico e desagradável.

- O projeto original, vendida aos 10 anos e depois re vendida de dono em dono. Seu antigo dono Maxwell a procura por todos os cantos. Fui contratado para te capturar Anastácia e você virá comigo, caso seu guarda costas, meu irmãozinho Deron não intervenha e eu não tenha que matá-lo. Será melhor para os três, eu te levo inteira, meu irmão vive e eu recebo meu dinheiro.

Antes que Anastácia pudesse reagir o nomeado Deron gritou para quem se anunciou como seu irmão mais velho.

- Você não vai levar ninguém a lugar nenhum Devon Bryce, eu vou acabar com você aqui e agora, e desta vez tente ter o mínimo de honra, não fuja e encare a morte pela minha espada.

Sem entender a situação, mas sentindo o cheiro claro de perigo no ar, Anastácia se virou e correu, passando por Deron, e este se distraiu com o movimento súbito da garota por um segundo e, quando voltou seu olhar para o irmão, ele havia sumido. Devon surgiu em frente a garota, dando lhe um tapa com as costas da mão e sua super força a jogou contra uma parede. Deron avançou com raiva contra ele, tentando golpeá-lo com sua espada, mas seu irmão era um mutante extremamente poderoso, ele não só tinha uma força descomunal como uma velocidade inigualável, sua resistência era 3 vezes maior do que a de Deron.

Devon segurou a espada de Deron com um das mãos e deu um golpe no peito com a palma da outra, o arremessando para longe, sendo possível ouvir Deron perder o ar em alto e bom tom. Devon jogou a espada de Deron para ele com um sorriso de desdém e logo surgiu em frente a Anastácia e pegou pelo pescoço enquanto ela tentava se levantar. Devon sorriu enquanto o pressiona, correndo os olhos pelo corpo dela com uma expressão de cobiça.

- É uma pena eu tê-la de levar inteira para Maxwell, adoraria brincar com você por alguns dias, seria mais uma da minha longa lista de brinquedinhos, jovem e forte, além de atraente.

Impedida de lutar, Anastácia se defendeu da unica forma que podia, emitindo seus feromônios e colocando o atacante sob o seu controle. Os olhos de Devon ficaram embaçados e, antes que Anastácia pudesse ordenar que ele a soltasse Deron se levantou e caminhou lentamente até o irmão e cravou sua espada em suas costas, o atravessando.

- Você mesmo me dizia seu desgraçado, nunca vire as costas para seu inimigo, e isso é pelo o que vez a July seu porco imundo, eu a amava, seu verme. E você nunca mais vai tocar outra garota na sua vida, pois ela termina aqui.

Deron o segura pela gola da camiseta e o joga contra o chão e logo crava sua espada no coração de Devon o matando no mesmo instante. Anastácia ainda tentava se recuperar no chão, enquanto Deron vai até ela e diz enquanto retira seu sobre tudo e coloca sobre ela.

- Fique calma está tudo bem, não vou te fazer mal algum. Não te conheço e não quero te ferir, vamos sair daqui caso alguém tenha nos visto, depois pode ir para onde quiser, mas por enquanto vamos do meu jeito que é mais rápido e nos dará mais tempo para nos afastarmos daqui.

Deron a embrulha em seu sobretudo e a pega no colo a apertando com firmeza para não deixa-la cair e pula acima da sacada de uma casa, e depois para um prédio pouco mais alto, e assim vai se afastando dali com rapidez. Em poucos minutos Deron havia cruzado a cidade, então ele para em um beco próximo a um restaurante e coloca Anastácia no chão.

- Daqui pode ir para onde quiser, me desculpe por ter te colocado em assuntos familiares.

Ele se vira abrindo a porta do restaurante,e depois para na porta e olha para a garota e logo se volta para o restaurante deixando a porta aberta. Anastácia o segue para agradecer e Deron a acaba convidando para jantar. O grande homem simpatiza com o jeito meigo e inocente de de Anastácia, que parecia completamente alheia de como o mundo funcionava, e oferece a ela um lugar para se esconder de Maxwell. Ele procura convencer Anastácia de que ela é completamente humana, tendo apenas algumas habilidades extras que a faziam especial. Um pouco hesitante, anastácia aceita explorar esse novo mundo com Deron e ele a leva para sua ilha pessoal, onde os sentimentos dos dois um pelo outro começa a florescer.

Juntos, eles construirão uma verdadeira história de amor e aventura. Seu primeiro desafio foi enlouquecido Maxwell, que, quando Anastácia planejou invadir o laboratório e libertar as crianças que sofriam o mesmo passado dela, tentou convence-la a força de retornar a ele. Anastácia hesitou em mata-lo, mas Deron o fez por ela, pois ambos sabiam que ele era um dos principais envolvidos no tráfico de mutantes e nunca os deixariam em paz. Eles retornaram para a ilha com 50 crianças sobre a sua guarda, longe dos males que antes sofriam.

O segundo desafio foi ainda mais doloroso para Anastácia. Enquanto ele batalhavam para criar um lar e sustentar todos os seus filhos adotivos, o cientista Wally buscava suas experiencias de volta. Com a ajuda de Laranja, a antiga amiga de infância de Anastácia, ele encurralou Deron no continente e quase o matou. Anastácia chegou a tempo de salvar a vida de seu amado, vendo-se numa luta contra sua irmã. Com o coração partido, Anastácia notou que ela havia se tornado tudo aquilo que mais temia e, para deixar sua alma em paz, tirou-lhe a vida para livra-la desse fardo. Ela fez o mesmo com o cientista, mas com muito mais prazer, enterrando as garras em seu peito até o coração, e depois levou Deron para casa, onde ele se recuperou.

Tendo todas as crianças em sua guarda como seus filhos, Anastácia e Deron se tornaram pais em todos os sentidos. Eles se casaram e a casa da ilha foi reformada para acomodar a enorme família confortavelmente. Porém as crises não estavam nem perto de acabar. Mercenários foram contratados para invadir a ilha e recuperar as crianças, mas dentre as ameaças que esse casal teve que enfrentar, essa foi a mais fácil de todas. Findado esse episódio, a felicidade dos dois atingiu seu auge quando Deron descobriu que Anastácia estava gravida. Eles aguardaram a chegada de dois tigrinhos e assim aconteceu,porém veio uma linda tigrinha de brinde. Agora, com seus 53 filhos, eles são o casal mais apaixonado do universo até que se prove o contrário e nada se mostrou capaz de separa-los até agora.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
Hidrofobia, ela morre de medo de ficar submersa na água.

MANIAS:
Dentre todas as suas estranhezas felinas, incluindo arranhar móveis, o ato de ronronar é o que mais chama atenção, e ela a faz frequentemente durante seus cochilos após o almoço

PERICIAS:
Pericia em combate armado e desarmado. Infiltração [habilidade de passar despercebido]


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Anastácia Bryce


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Mensagem por White Phoenix em Sex Ago 02, 2013 11:21 am




Olá Anastácia!
Antes de tudo, desculpe-me pela demora em avaliar sua ficha. Gostaria em parabeniza-la pela ótima escrita. O jeito como demonstra a personalidade na historia da personagem e de terceiros tão bem, e como eles interagem entre si. Do inicio ao fim, conseguiu capturar minha atenção, fez-me até sentir raiva da mãe do Maxwell e achei interessante na adoção de várias crianças e no fim ter seus próprios.

Suas habilidades combinam entre sim e com suas fraquezas e manias, novamente, parabéns. Espero ver uma rp aqui no Fórum e, claro, uma ótima diversão.



Ficha Aprovada!

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White Phoenix


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