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[FP] Nathan Sparks

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Mensagem por Blue Phoenix em Dom Jul 28, 2013 12:53 am


Nate Sparks

Have you ever felt like your whole world was crumbling down? I know the feeling, more than I would like to admit.
- Reckless. - Teenage Rebel. - Trouble.

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Nathan Sparks.
CODENOME:
Ionic Spark.
IDADE:
17.
NACIONALIDADE:
Atualmente mora em Seattle, mas nasceu em Londres, sendo assim, Londrino.
GRUPO:
Independente.
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
Estudante.

Nathan nunca foi um cara normal, por assim dizer. Mesmo antes de descobrir sua mutação, ele já era meio desligado do mundo - sempre perdido em suas músicas e ideias mirabolantes - e um tanto hiperativo. Faz amizades facilmente e não tem problemas em expressar-se, embora prefira passar a maior parte do seu tempo sozinho, com um bom livro de preferência.

Gosta muito de informática, eletrônica e engenharia, adora pesquisar sobre estes e muitos outros assuntos, passando grande parte - mais até do que deveria - do seu tempo em frente ao computador ou rodeado de livros gigantescos, muitos os quais poderiam até mesmo vir a assustar algumas pessoas, devido ao seu tamanho. Isso quando não está "desaparecido", como sua mãe costuma referir-se a ele quando decide dar suas escapadas, geralmente para festas e coisas do tipo.

Ele é claro e objetivo, muitas vezes descrito como sendo sarcástico e irônico, não sendo difícil arranjar brigas por toda parte devido ao seu gênio difícil e personalidade forte, sem falar do seu problema com sinceridade, que atinge níveis alarmantes, para falar bem a verdade.  Tem dificuldade em prestar atenção em apenas uma coisa - está sempre procurando algo pra fazer - e tende a se entediar muito facilmente, MUITO facilmente. E o problema é que geralmente ele arranja uma forma de "agitar" um pouco as coisas. Nem sempre acaba bem.

Após a descoberta de sua mutação, tem aplicado a mesma no seu dia-a-dia. Não hesita em usá-la nem por um segundo, e não tem medo do que as outras pessoas possam vir a pensar sobre isso. Gosta de fazer bagunça e causar problemas por toda parte, não ligando para as consequências.
Tornou-se ainda mais rebelde, passando cada vez menos tempo em casa ou mesmo com seus amigos mais próximos e frequentemente passa dias e dias sem falar com qualquer conhecido seu. Muitos se questionam quanto ao paradeiro dele quando isso acontece.

Quando ao humor, animado e - literalmente - elétrico são características marcantes nele. Chama atenção por onde passa, não era pra menos, com seus 1,83 de altura, olhos azuis vibrantes cheios de vida e seu estilo talvez um tanto alternativo / bad boy demais de ser e se vestir, não é incomum alguém prestar mais atenção nele do que o necessário.

Os únicos esportes dos quais ele gosta são artes marciais e corrida. Já tentou natação, mas não se sente muito bem na água, embora saiba nadar. Talvez seja por causa de seus poderes. Uma faísca embaixo d’água e não haveria manipulação elétrica que salvasse qualquer outra pessoa que estivesse lá dentro.  Fora isso, adora ouvir música e jogos em um geral, tanto de videogame quanto de computador. Odeia assistir televisão, algo que para ele não é "interativo o suficiente".

Não se importa nem um pouco com as pessoas que não conhece. Empatia não é seu forte. É egoísta e talvez um pouco narcisista e não gosta de ser contrariado, ou proibido de fazer algo. Na verdade, quando o proíbem de fazer alguma coisa, a situação só tende a piorar, e muito.

É alto e esguio, porte atlético, por assim dizer. Seus cabelos sempre estão dispostos de forma desleixada à primeira vista; muitas vezes bagunçados ou levemente desarrumados. Por incrível que pareça não possui nenhuma tatuagem, embora tenha planos de fazer uma ou mais. Não liga muito para as aparências, mas não deixa de ser vaidoso quando necessário.

Curte sair com pessoas de todo o tipo e conhecer gente nova - embora não dê a mínima para a maioria deles -, acha interessante analisar o comportamento e a aparência dos outros, bem como suas reações. Vive a vida no limite e não deixa oportunidades passarem. Gosta de novas experiências e aventura. Não resiste a uma boa encrenca e adora brigas, sempre adorou. Talvez goste delas ainda mais agora, com seus poderes para auxiliá-lo.
Poderes e Habilidades
Eletrocinese- É capaz de controlar a eletricidade vinda de fontes externas, como a rede elétrica por exemplo. Pode absorver essa energia para utilizá-la mais tarde, tendo um limite gradual na capacidade de armazenamento que aumenta conforme sua habilidade se desenvolve.  Após exceder essa capacidade de armazenamento, a eletricidade com que entrar em contato pode vir a causar-lhe ferimentos.

Prós:

- Seu corpo é imune aos efeitos da eletricidade.
- Pode criar rajadas de eletricidade direcionadas, controlando a sua trajetória.
- É capaz de criar um escudo eletrostático, que previne ataques físicos e pode vir a ferir o adversário.
- Seus poderes lhe dão grande potencial de improviso.

Contras:

- Dependendo da quantidade de energia canalizada ou redirecionada, ele pode vir a perder o controle da mesma.
- Ele não pode produzir eletricidade, apenas redirecionar, absorver, canalizar e manipular a mesma.
- É um poder extremamente instável e complicado de utilizar. Requer muita concentração, o que pode ser difícil para alguém que não consegue parar quieto.
- Se ele abusar muito do seu poder, seu corpo pode vir a ceder, tamanha a quantidade de eletricidade envolvida.

Extras:

- Em alguns casos, pode eletrizar objetos ou pessoas, abrindo uma brecha para a utilização de seus poderes magnéticos.

- A manipulação da eletricidade faz com que ele possa manipular campos eletromagnéticos com extrema facilidade e, com um pouco de prática, pode vir a influenciar a movimentação / atração / repulsão de objetos de origem não metálica, com o auxílio da eletrização.

- Pode utilizar a eletricidade como fonte de energia para o corpo. (Vampirismo elétrico)

Magnetocinese -
Pode manipular metais no geral, mas a função principal e mais importante desse poder é o controle dos campos eletromagnéticos (habilidade amplificada pela sua eletrocinese), que tem uma aplicação muito mais abrangente.

Seus poderes incluem atração e repulsão de objetos metálicos - ou eletrizados, através da eletrocinese - e manipulação geral dos mesmos. Em níveis mais avançados, é capaz de moldar / transfigurar a forma dos metais - mesmo que superficialmente -, ou ainda, em um grau completamente diferente, reconstruir materiais metálicos a nível molecular, em ambos os casos apenas através do magnetismo e manipulação metálica.

Prós:

- Possui certa sinergia com sua eletrocinese.
- Não só controla campos eletromagnéticos como também controla os metais em si.
- Quando incapacitado de usar seus poderes elétricos, é muito improvável que não possa utilizar os magnéticos.
- Metais são encontrados em abundância por toda parte.

Contras:

- Não tem uma área de efeito tão grande.
- Seus ataques causam apenas dano físico.
- Moldar / transmutar metal pode ser uma tarefa ingrata, pois requer muita prática.
- Exige muito mais força e energia do que a eletrocinese.

Extras:

- Apesar de seus esforços, nunca conseguiu voar. Mas pode levantar objetos mais pesados do que seu próprio corpo.
- Pode utilizar sua magnetocinese em conjunto com a eletrocinese para causar mais danos aos inimigos, amplificando o efeito de seus ataques, já que os metais são ótimos condutores elétricos.
- Se esforçar demais ao utilizar este poder pode lhe causar sangramentos internos e externos, bem como rompimento de tecidos em geral.
- Pode, a partir de determinado nível, controlar o estado químico dos metais. Bem como sua dilatação.
Antecedentes históricos

Já era tarde da noite e fazia muito frio pelas ruas de Londres - Inglaterra, onde eu costumava morar. Lembro-me de não ter levado casaco algum - apesar da insistência de minha mãe -, algo de que me arrependi muito depois.

Meu irmão e eu estávamos nessa festa incrivelmente tediosa - a pior festa da minha vida - e ele, como sempre, estava dando em cima de metade das garotas que estavam por lá. Eu não estava muito no clima de festa e estava lá mais para ficar de olho no Ethan, nosso pai havia me encarregado de avisá-lo quando estivéssemos saindo da festa e implorou para que eu não deixasse meu irmão fazer nada estúpido.

Eu estava apenas sentado no sofá, conversando com algumas pessoas que acabara de conhecer. Não é como se aos 14 anos fazer amizades fosse algo muito difícil, já que adolescentes não são muito diferentes uns dos outros.  Distraí-me na conversa por uma fração de segundos e, quando olhei ao redor novamente, à procura de Ethan, não encontrei nada. Já estava quase na hora de nosso pai vir nos buscar e ele decide sumir logo agora, é sério isso?

Levantei-me e comecei a andar pela casa, com extrema dificuldade devido à multidão de adolescentes bêbados que estava no meio do meu caminho. Saí pela porta dos fundos e logo avistei Ethan e mais três rapazes. Ouvi um grito ensurdecedor. Uma garota gritava de forma histérica, sem parar nem mesmo para respirar, e para piorar as coisas ela ainda estava logo ao meu lado, perto da porta. Meu irmão estava se virando, se defendendo como podia, mas a desvantagem ainda era clara. A cada golpe desferido, um novo grito estridente. Ela resmungava algumas coisas também. Não entendi porcaria nenhuma pois sua voz era extremamente aguda e irritante.

Corri na direção dos garotos, não que eu fosse ajudar em muita coisa. Eles pareciam ser dois ou três anos mais velhos, pra não falar do fato de serem meio metro de altura maiores do que eu. Tentei avançar contra um deles, contra o mais franzino pra ser mais exato. Tudo que recebi em troca foi um soco no estômago que deixou minha visão turva. Eu ainda nem havia me recuperado do soco e já fui derrubado no chão por algo que imagino ter sido um chute, não me importo, só sei que doeu pra caramba. Percebi que Ethan tinha nocauteado um deles, mas não aguentaria por muito tempo no ritmo que as coisas iam.

Os caras começaram a fugir por algum motivo. Ah, deve ser porque Ethan acabara de pegar uma barra de ferro, semelhante à um pé de cabra, sabe deus de onde. Um dos encrenqueiros parou no meio do caminho, voltando-se para nossa direção.
Achei muito estranho. Só não foi mais estranho do que aconteceu em seguida. Os ossos do antebraço dele irromperam da sua pele, lançando-se em alta velocidade na direção do meu irmão. Tudo aconteceu muito rápido, mas eu ainda guardo na memória tudo que aconteceu naquele dia.

Meu irmão estava de costas para mim e eu vi aqueles ossos pontiagudos vindo em sua direção. Eles o acertaram diretamente no peito, ou deveriam ter acertado. Eles ricochetearam, voando em outra direção, sem fazer menção de perfurar a pele do rapaz.
 Nem preciso dizer que eu não estava entendo nada que estava acontecendo. O cara que atirou os “ossos” - ou o que quer que fossem aquelas coisas - havia sumido e Ethan virou-se, olhando para mim totalmente perplexo. Parecia haver uma placa metálica no seu peito, na região do tórax, exatamente onde ele deveria ter sido mortalmente perfurado. A expressão de espanto no rosto dele me dizia que essa era a primeira vez que algo como isso acontecia. Logo o espanto se tornou algo mais parecido com pavor, misturado dor e algo mais, talvez desespero.

Olhei para trás, seguindo o seu olhar. O que encontrei foi meu pai, que parecia igualmente aterrorizado. Ele ainda segura as chaves do carro e estava aparentemente normal.  Ele olhou para mim por um instante, até que caiu de joelhos, o que voltou a minha atenção para o que estava realmente acontecendo.

Um dos “espinhos” / “ossos” / “whatever” havia quase atravessado seu peito. Atirei-me na direção dele, que agora já estava estirado no chão. Eu não sabia o que fazer. Parte de mim queria desmoronar em lágrimas, mas elas simplesmente não vinham. Queria gritar, mas algo parecia estar preso em minha garganta. Não conseguia ao menos respirar.

Tentei estancar o ferimento, mas havia sangue por toda parte. Ele segurou meu braço com força por alguns instantes, olhando-me nos olhos. Seu olhar parecia suplicar por algo, eu não conseguia distinguir o que. Sua expressão era um misto de angústia, sofrimento e incompreensão. E então a pressão em meu braço parou. Seus dedos se desvencilhando de mim e sua mão indo de encontro ao chão.
Eu sabia o que aquilo significava. O que não me impediu de continuar tentando ajudá-lo. Finalmente consegui gritar. Nunca gritei tão alto como gritei naquele momento. Com o tempo, algumas pessoas apareceram, chocando-se com a cena.  Todos foram de aglomerando ao nosso redor pouco a pouco, até que eu não conseguisse mais identificar mais nada do ambiente, apenas aquela massa de pessoas, falando, reclamando, sendo barulhentas e mesquinhas. Eu não via Ethan em lugar algum, estava completamente sozinho, com frio e desnorteado.

Meu irmão não estava em lugar algum, era apenas eu e... O cadáver do meu pai. Eu estava encharcado de sangue e as pessoas tentavam me ajudar, me levar para longe dele, ou algo do gênero. Tentativas frustradas, já que eu não conseguia largar do corpo  obviamente já sem vida dele por nada.
Ouvi um barulho típico de ambulância ao fundo e várias vozes fortes e nítidas, depois disso, mais nada, apenas vultos e vozes, muitas vozes. Só lembro-me de alguns policiais me fazendo perguntas e depois apenas fiquei sentado no meio fio, em frente à casa. Ninguém podia deixar o local, obviamente, já que era uma cena de crime.

Vi o carro dos meus avós do outro lado da rua. A porta se abriu e dela saiu minha mãe em disparada, lágrimas vertendo de seus olhos. Vou lhes poupar do resto do drama.

Algum tempo se passou, não muito, é claro. Ethan eventualmente havia dado as caras e nossa mãe, ainda atormentada por tudo que havia acontecido, decidiu que o melhor a se fazer era "mudar de ares" como ela disse. Foi aí que nos mudamos de Londres para Seattle. Não podia imaginar uma forma mais literal para mudança de ares. Ironias à parte.

A vida seguiu em frente. Descobri que tinha como irmão um mutante, o que era ótimo. Pelo menos alguém teria capacidade de me tirar de encrencas, quero dizer, sem fazer escândalos ou armar barracos.
Tá, pode ser que ele tenha levado aquela coisa de proteger a sério demais. O cara se tornou superprotetor ao extremo depois de todo o drama pelo qual nossa família passou e tal.
Não posso deixar de dizer que eu senti muita inveja dele no começo. Quero dizer, ele podia fazer muitas coisas inacreditáveis e eu, bem, nem tão inacreditáveis assim. A não ser que fazer zona por aí e mal ficar dentro de casa seja equivalente a possuir algum superpoder ou algo do tipo.

Minha família agora se resumia à nossa mãe ( Haether ), Ethan e eu. É claro que eu tinha muitos amigos, mas... Ninguém que fosse extremamente importante pra mim ou especial de alguma forma. Eu só estava interessado em curtir a vida e causar problemas, para variar um pouco. Minha mãe diz que eu fazia e ainda faço esse tipo de coisa para chamar atenção, como seu eu precisasse de mais atenção, não é?

Voltando pra, hã, história. Eu acho que tinha por volta de 15 anos quando aconteceu. Calma, estou falando da descoberta dos meus poderes! O resto vamos deixar para outro momento.
Eu estava nessa festa, em um prédio abandonado - realmente, essas festas só me trazem problemas -, com alguns amigos da escola e até mesmo alguns vizinhos. Meu aniversário tinha passado há pouco tempo e - tento convencer a mim mesmo disso -, eles tiveram a brilhante ideia de me pregar uma peça.

Peguei o elevador para ir até o terraço do prédio, onde a festa de verdade estava acontecendo. Ainda que metade das pessoas presentes no evento estivesse vagando pela construção e se pegando em qualquer cantinho escuro que encontravam. Aperto no botão correspondente à cobertura e aguardo.

Até aí estava tudo uma maravilha. Eu já podia ouvir a música eletrônica ecoando pelas paredes, reverberando por toda parte e me deixando agitado. Já estava me preparando para sair do maldito elevador, quando ele parou do nada, as luzes piscando freneticamente e deixando o local com um aspecto sinistro. Até que pararam de piscar como se nada tivesse acontecido. Por um momento suspirei aliviado e foi então que então a luz se extinguiu por completo.

– Perfeito! - Exclamei irritado, para o nada. – Você só pode estar de brincadeira comigo...

Procurei no painel pelo botão de emergência, não que ele fosse funcionar, afinal, era um prédio abandonado, mas eu estava desesperado demais pra lembrar-se disso.
Fiquei preso lá por muito tempo. Não sei dizer ao certo por QUANTO tempo, mas para mim pareceu uma eternidade. O medo já tomara conta de mim. Sentia-me completamente perdido, sem chances qualquer de salvação, sob quaisquer circunstâncias. Tentei bater nas paredes, mas sabia que isso só ia piorar a situação. Gritei até ficar rouco pedindo que alguém me ajudasse - meus amigos devem ter rido até não se aguentarem mais - mas nada aconteceu.

Eu estava exausto e meu corpo inteiro doía de tanto me debater. Então, como se não houvesse mais forma alguma de piorar a situação, eu ouvi alguns barulhos metálicos e, adivinha? Não era o resgate, e sim os cabos de aço do maldito elevador se partindo!
Ele começou a balançar, me deixando ainda mais tonto. Já estava tão exaurido e assustado com a minha morte - que era iminente caso, você sabe, os cabos se partissem. - que entrei em estado de choque.  A única vez que isso acontecera depois do assassinato do meu pai.

Enquanto eu estava neste estado, a impotência e a raiva se misturaram dentro de mim. Eu não queria me sentir impotente nunca mais, não queria sentir que não havia nada a ser feito, que as coisas são como são e não há forma de alterar isso.

Algo pareceu mudar dentro de mim. Eu comecei a sentir a energia ao meu redor ficar mais pesada e agitada. De repente aquela situação não pareceu mais tão aterrorizante pra mim, embora eu não tivesse ideia do que eu estava fazendo. Eletricidade parecia estar se acumulando ao meu redor. Ouvi aqueles estalos típicos de estática e não demorou muito para faíscas azuis começarem a aparecer por toda parte, criando flashes de iluminação e lançando sombras por toda parte.

Não tenho ideia de como consegui fazer aquilo, eu só podia estar completamente fora de mim. Lembro-me dessa sensação de poder fluindo pelo meu corpo, minhas mãos formigando com a energia eletrostática que parecia dançar ao redor dela.

Os pelos do meu braço eriçaram-se, arrepios tomando conta do meu corpo todo. E então toda aquela carga dispersou-se em uma única direção. O que aconteceu em seguida é foi o mais estranho: um grande buraco foi aberto na porta do elevador, eu pulei quase que instintivamente, a tempo de ouvir o barulho da cabine atingindo o chão, o impacto foi tamanho que tenho certeza que todos no edifício ouviram, mesmo com a música alta.

Ajoelhei-me no chão, apenas para dar de cara com Ethan e meus amigos, todos estupefatos com o que acabara de acontecer. Sangue saia das minhas orelhas e do meu nariz. E minha boca estava com um gosto metálico e levemente salgado. Senti o cheio de queimado que vinha da porta do elevador e fiquei ainda mais zonzo. O mundo parecia estar girando e pulsando no ritmo das batidas da música. Caí no chão desacordado. Tenho que parar de fazer isso.

Moral de história: Não façam brincadeiras perigosas e sem graça com os seus amigos. Eles podem vir a despertar seus poderes mutantes latentes. Não vai ser legal para vocês se eles quiserem uma revanche, acredite.

A vida depois dos meus poderes só melhorou. Comecei a fazer amizade com novas pessoas, muitos deles mutantes, e entre estes estava Rachel, uma das minhas atuais melhores amigas. A cada dia que se passava meus poderes eletrocinéticos cresciam mais e mais, conforme eu aprendia a controlá-los. Eu os usava basicamente para tudo. Digamos que eu nunca mais perdi tempo comprando pilhas para as minhas coisas ou ligando-as através de botões ou algo do tipo. Isso é coisa para amadores.

Um tempo depois descobri minha afinidade com os metais e a minha capacidade de manipular campos eletromagnéticos. E tenho que dizer, as coisas estão ficando cada vez mais interessantes. Pelo menos o problema com o tédio foi resolvido.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
- Locais fechados.
- Absorção de cargas muito grandes de energia.
- Poderes telepáticos.

MANIAS:
- Flutuar pequenos objetos metálicos acima da palma da mão.
- Ligar eletrônicos no geral à distância.
- Sotaque britânico.

PERICIAS:
- Engenharia mecânica (Adora estudar engenharia no geral, mas principalmente a mecânica. Gosta de saber como as coisas funcionam).
- Eletrônica e informática (Já fez cursos sobre o assunto).
- Manejo de tecnologia (Gosta muito de qualquer tipo de tecnologia).



Última edição por Nathan Sparks em Dom Jul 28, 2013 2:48 pm, editado 3 vez(es)

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Mensagem por White Phoenix em Dom Jul 28, 2013 5:39 pm




Olá Nate!
Antes de mais, acredito que sempre - que possível - colocamos nossa marca registrada nos personagens, certas características que assemelham a nós, e o Ionic lembra muito de você, divertido e objetivo, um personagem que tenho certeza que marcará o Fórum. Lendo a sua ficha, vejo um tanto metódico, mas esta imagem é facilmente quebrada pelas ‘escapadas’ e rebeldia. Posso dizer que as brigas recorrentes são devido à vontade de sentir-se ‘vivo’, aquela mistura de sentimentos de emoção e medo que só as brigas podem proporcionar.

A história possui uma leitura agradável e original – fazendo assim capturar a atenção do leitor -, tem ótimo desenvolvimento da vida do mutante, gostei como descreveu as informações antes e depois do afloramento do poder, e como os descreveu, limitando detalhadamente, escolhendo-os corretamente a partir da personalidade do mesmo. E é claro, captar a essência das pessoas ao redor e de si mesmo. Assim finalizo no aguardo ansiosamente para ver suas participações nas rp’s. Seja Bem-Vindo!


Ficha Aprovada!

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