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[FP] Hugh Ehlers Sieghart

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Mensagem por Hugh Ehlers Sieghart em Dom Ago 04, 2013 6:04 pm


THE LITTLE MERMAN

I'm the ocean, I'm the sea, there is a world inside of me.

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Hugh Ehlers Sieghart.
CODENOME:
Merman
IDADE:
18 anos
NACIONALIDADE:
Americana
GRUPO:
Independente.
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
Adestrador de Animais Aquáticos

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
ALTURA: 1,78

PESO: 68kg

PORTE FÍSICO: Músculos de tamanho médio e muito bem delineados. Parece muito com um surfista moderno.

PELE: Sua pele é branca, com um bronze médio devido aos anos exposto ao sol.

CABELOS: Castanho médio, liso levemente ondulado.

OLHOS: Varia de acordo com o ambiente, podendo ser verdes, verde-água, verde azulado ou azul.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS MUTANTES: Seus olhos são incrivelmente atraentes, sua coloração remete as cores do mar e é difícil não notar um olhar tão penetrante. Orelhas levemente pontudas. Emite um aroma marítimo.

SORRISO ATRAENTE:Sua arcária dentária é praticamente perfeita, dentes brancos e um sorriso tentador que contrasta com sua pele bronzeada.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS

Hugh possuiu uma personalidade doce, simpático e com sua grande facilidade em se envolver em ciclos sociais, está sempre em busca de relacionamentos, sejam eles amorosos, profissionais ou apenas amizades. Ele aparenta ser um jovem tranquilo, porém, não possui um controle emocional estável. Muda rapidamente de humor e de opinião.

O brilho e o status que a fama produz para as pessoas, proporciona uma atração nele da mesma forma que uma isca bem trabalhada atrai um peixe. Gosta da atenção que as pessoas lhe proporcionam e sabendo de sua beleza, costuma fazer jogos de sedução com homens e mulheres.  



Poderes e Habilidades

MIMETISMO SEREIANO

Capacidade de adquirir a forma e poderes de sereias/tritões. Hugh adquiri vantagem em ambientes aquáticos, comunicação com animais aquáticos entre outras habilidades características.

MANIPULAÇÃO EMOCIONAL

Esta habilidade permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos.

Antecedentes históricos

Santa Bárbara, Califórnia, Costa Oeste dos Estados Unidos. Aqui começa a minha história, não me lembro bem qual é a memória mais antiga que eu possuo de minha infância, mas o que eu me lembro, é que não crescera da mesma forma comum que as outras crianças do litoral. Criado por Marie e Gerard, ambos meus tios, nunca tive muito o que reclamar, exceto a omissão de informações que eu julgava importante, tais como onde estavam os meus pais. "Eles saíram para trabalhar um dia, mas nunca mais retornaram e passamos a cuidar de você", era tudo o que eles diziam. Esses pensamentos só passaram a me atormentar quando entrei na adolescência, passara a infância e parte dessa adolescência em alto mar, meus tios trabalhavam com biologia marinha, focado no preservamento dos corais. Quando completara doze anos de idade, eles me deixaram realizar meu primeiro mergulho junto a eles.

Minha paixão e a fascinação que possuía por toda aquela atmosfera marítima, parecia que fora ampliada em cem mil vezes quando eu estava submerso, com aquele pesado equipamento de mergulho ao lado de meus tios. Sabia nadar muito bem, não tive dificuldades em acompanhá-los enquanto verificavam os corais. "Estou assustado. Eles são enormes. Eles estão perto." Uma voz? Não, não era uma voz, parecia mais como um sentimento que se transformava em uma voz dentro de minha cabeça. Olhei para meus tios que pareciam coletar algumas amostras, não era eles. A voz que não era voz, porque não tinha como ter uma voz no fundo do mar, falara novamente. Foi então que me aproximei de uma pequena abertura entre dois corais alaranjados.

"É o fim. É o fim." Semicerrei os olhos para visualizar melhor além daquela máscara, lá estava uma pequenina tartaruga, não deveria nem ter duas semanas de vida. Sentia que estava assustada e também sabia que a voz era dela. Em minha mente eu disse "Calma, não estamos aqui para fazer mal... não fique assustada." Demorou um tempo, mas com o tempo, ela se acalmou e até arriscou sair de sua toca. Ela me contou que havia escapado de algo que levava os peixes embora, expliquei que aquilo era uma rede de pesca. E assim os minutos se passaram e tive que me despedir da pequenina. Contei para meus tios quando estávamos de volta no barco, eles se entreolharam e não disseram nada. Talvez pensasse que eu estivesse fantasiando ou algo semelhante.

Foi então que descobri minha segunda habilidade, até então, apenas episódios em que eu conseguia sentir o que as pessoas sentiam e estimular uma determinada emoção em alguma pessoa. Os anos se passaram e enfim, completara meus dezessete anos de idade, terminara o high school e fora promovido de ajudante geral, para adestrador no parque aquático da cidade. Era encarregado de preparar os shows dos golfinhos e das orcas. Tais animais que se tornaram meus melhores amigos, já estava trabalhando no parque fazia um ano e sempre arranjava um tempo para visitá-las quando era ajudante geral.

Sempre mantive meus poderes em segredo, pois todos os outros eram comuns e sabia que não iriam me receber bem. Ansiava pelo dia que não teria mais que permanecer dessa forma, escondido e sem poder dizer para ninguém, além dos animais aquáticos, os poderes que eu possuía e que ainda não entendia. O desaparecimento de meus pais não me geravam nenhum interesse, estava focando agora em me tornar o melhor adestrador de animais aquáticos dos Estados Unidos e como todos diziam, talento não faltava, sobrava. O que sempre me fazia rir internamente, jamais saberiam que eu estava à um passo a frente dos adestradores comuns.

Há algumas semanas eu acordara cedo, preparei-me para mais um dia de trabalho e saí de casa. Carregava um balde com alguns peixes frescos que haviam sido pescados na tarde do dia anterior, por mais que aquilo me doesse, eu não podia negar que existia uma cadeia alimentar. Fui em direção à praia, onde alguns Golfinhos selvagens costumavam vir todas as manhãs para conversar e ganhar alguns peixes de mim. Caminhei sobre o antigo cais que dava uma visão direta para o Farol. Elevei dois dedos até a boca e fiz soar um assovio agudo. – Hey, como estão? Trouxe daqueles peixes que vocês gostam. – Lindsay, Amelia e Oliver vieram essa manhã, eu nomeava alguns de meus amigos marinhos, mas a maioria se atuo nomeava, como era o caso dos golfinhos.

"Obrigado" disse Oliver, mas ele parecia aflito. – Aconteceu alguma coisa? – Disse enquanto jogava os peixes para eles. "Conta você, Lindsay", "Eu não vou contar, foi a Amelia que viu." Revirei os olhos enquanto me sentava e colocava meus pés descalços dentro da água. Sempre que aqueles três começavam a discutir, não tinha outra coisa a ser feita a não ser esperar. "T-tudo bem... eu digo. Ontem um humano veio aqui, no horário que você sempre vem e parecia estar te procurando." Aquilo não me surpreendia, nos últimos tempos, com a exposição que estava tendo no parque aquático, era comum admiradores aparecerem. – Obrigado por contar, vou ficar atento... bom, tenho que ir trabalhar. – Sorri enquanto acariciava a cabeça de cada um. "Vai lá cuidar das sardinhas amostradas" Disse Oliver, que não gostava dos golfinhos do parque aquático. Com isso eles se afastaram dando saltos sobre a água.

Coloquei meus chinelos de material escuro, sentindo a brisa do mar, retornei para a praia. Reparei que havia um homem me observando na entrada do cais, mas não lhe dei atenção, apenas continuei caminhando. – Ora, ora, ora se não é o filhotinho de peixe perdido. Até que não foi tão difícil de lhe achar. – Senti meu coração palpitar, uma onda de aflição percorreu o meu corpo. Era como se ele soubesse sobre o meu segredo. Virei-me e reparei que era um homem alto, de corpo pouco atlético, em uma roupa que revelava ser um turista sem senso de moda.

Foi então que ele se apresentou como Carl, o localizador. Contou-me que estava em busca de jovens que se destacavam dos demais para formar um grupo, ouvi suas palavras atentamente. Contara-me que era como eu, só que ele era capaz de localizar mutantes. Aquela palavra ecoou em minha mente, então eu era um mutante? Interessara-me por suas palavras, ele parecia saber o meu ponto fraco. Mas, algo estava errado. Eu sentia um incomodo e parecia que aquela sua fala era bem treinada, não possuía veracidade de alguma forma. Senti que havia intenções malignas conforme ele contava que o grupo iria ajudar à todos. – Charlie, acho muito interessante a sua proposta, irei pensar sobre isso. Agora preciso ir. – Tentei um aperto amigável de mão, mas seus olhos demonstravam um olhar duro, suas feições ficaram sérias.

– Você não pode recusar! Você vai comigo! – Afastei-me alguns passos, assustado com a recente mudança de temperamento do homem. Repeti que iria pensar, seus olhos possuíam uma fenda, como os de um réptil, garras escuras cresceram em seus dedos. Nem precisava do meu sexto sentido para saber que aquilo simbolizava perigo. Corri pelo cais, com Charlie em meu encalço, ele parecia bem mais ágil do que eu, era como se deslizasse. Alcançou-me em poucos segundos, agarrando minha perna com força, cortando minha pele com suas garras. Gemi alto tentando segurar a dor. Sem pensar duas vezes, dei um chute em seu rosto, o que o fez afrouxar um pouco o aperto de suas garras. Aproveitei a oportunidade, escapei dele e pulei na água. Minha perna explodiu de dor com o contato da água salgada,

Os três golfinhos de antes vieram como se fossem três torpedos debaixo d'água. Eu segurava minha respiração enquanto apertava minha perna, tentando impedir que eu perdesse mais sangue. As vozes deles estavam confundindo minha mente, pois falavam ao mesmo tempo e nem pensar eu estava conseguindo mais. Coloquei o braço sobre Oliver, e eles me ajudaram a nadar mais rápido até um lugar seguro. Depois desse dia, ele não aparecera mais. Fiquei receoso de voltar naquela praia por alguns dias, mas ele sumira do mapa e eu esperava que fosse pra sempre.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
Ambientes secos; Ver animais sofrerem.

MANIAS:
Beber água; Pentear o cabelo

PERICIAS:
Empatia/ Conhecimentos: Natureza e Geografia Marítima



Última edição por Hugh Ehlers Sieghart em Seg Ago 05, 2013 3:27 am, editado 1 vez(es)

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Hugh Ehlers Sieghart


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Mensagem por Scar em Seg Ago 05, 2013 12:39 am

Ficha aceitadíssima!
(Amei a originalidade e criatividade!)

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