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[FP] RUBY VICTORIA CROMWELL

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Mensagem por Ruby V. Cromwell em Qua Ago 14, 2013 9:19 pm


FP - Ruby Cromwell!

I'll play my game. I give love a bad name!

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Ruby Victoria Cromwell
CODENOME:
Devil
IDADE:
20 anos
NACIONALIDADE:
Inglesa
GRUPO:
Independentes
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
Modelo
Ruby é uma garota muito sorridente, e sempre aperenta estar feliz, mesmo que por dentro esteja morrendo. Como tem um temperamento muito forte, pessoas geralmente não conseguem a entender muito bem. A garota é um pouco fechada, apesar de sempre estar perambulando pelas ruas, saindo com os amigos ou indo a festas. Ela não é má, mas, até hoje, espera ter vingança sobre o seu pai, e dar o troco na mesma moeda. Ela é dificilmente irritável, tendo isso como um ponto positivo para não se descabelar e ir a procura do seu pai. POr falar nele, apesar de ela ter um temperamento forte, é só pensar em Jason que a garota perde o controle, e a raiva toma conta da mesma.

Ruby tem uma estatura normal, nem muito alta, nem muito baixa. A garota tem alguns pássaros tatuados em cima da costela, onde o tiro que seu pai lhe deu passou de raspão. Quando realizando algum poder, as pontas do seu cabelo ficam brancas.
Poderes e Habilidades
Intangibilidade
Intangibilidade é a capacidade de diminuir a densidade natural de objetos e até mesmo do próprio possuidor, podendo incluir a habilidade de atravessar matéria sólida sem se machucar, consequentemente.

Ilusionismo
Ilusão Telepática é a capacidade de alterar as percepções de outras pessoas e seres vivos,
Antecedentes históricos
Ruby sempre foi uma garota muito elétrica. Apesar de delicada, nunca foi de ficar parada, principalmente na gigante casa em que morava desde criança. A morena sempre foi a mais divertida do grupo, a mais sorridente, e a que mais animava a galera. Desde pequena, sempre queria animar as coleguinhas, nunca gostando de vê-las triste. Mas, tudo isso, vem de uma história pesada. Um borrão de dor em sua vida.
Tudo começou quando a garotinha, na época, com apenas nove anos de idade, quando viu, pela primeira vez, o próprio pai quase tirar a vida de sua mãe aos murros, tapas, empurrões e puxões de cabelo. Ouviu pela primeira vez uma mulher gritar em agonia, e desespero, pedindo amor a todos os santos, e que a ajudassem. A mãe da pequena sempre tivera o máximo de cuidado com ela. Sempre a colocando para dormir antes do marido chegar, ou até mesmo a escondendo dos ataques de fúria do homem.
Porém, os cuidados da tão preocupada mãe, não duraram muito tempo. Dois anos depois, a garota levou seu primeiro tapa na bochecha. Os olhos azuis da garota ficaram marejados, e ela não pode conter os soluços que se formavam em sua garganta, enquanto via seu pai bater bruscamente a porta. Ela se lembra até hoje, de como sua mãozinha de uma garota de onze anos, que fora tão bem ensinada pela mãe a ser delicada, tocando de leve a sua bochecha latejante, que agora estava quase roxa, de tão forte que o homem, que um dia chamara de pai, tinha batido.
Era dia do seu aniversário. Ruby encarava o bolo cor de rosa com os olhos brilhando. Quinze velas enfiadas delicadamente em volta do bolo, montado pessoalmente pelas mãos de uma das melhores cirurgiãs da Inglaterra: sua mãe. Por incrível que pareça, Ruby nunca pode reclamar da sua mãe. Ela sempre arrumava tempo para ficar com a garota, mesmo que isso significasse a levar para o hospital e ficar brincando com gaze cirúrgica. A música de aniversário acabou, e sua mãe colocou as mãos em seus ombros.
-Faça um pedido.
A garotinha abriu um largo sorriso e fechou os olhos, se concentrando o máximo que podia em seu pedido. Qual era o pedido? Que seu pai as deixasse. Que ele fosse embora da face da Terra e nunca mais voltasse. Assim que as velas foram apagadas, a porta da frente bateu contra a parede, formando o buraco da maçaneta ali. A cabeça de Ruby e da sua mãe se levantaram em um susto. Na porta, o seu pai estava parado, encarando a sua mãe, e dois amigos atrás deles com garrafas de cerveja na mão, os três visivelmente alterados. Pelo o que Ruby conseguia ver, seu pai carregava uma arma preta na mão direita, enquanto a outra tinha uma garrafa de cerveja quebrada ao meio. A garota se levantou bruscamente, parando ao lado de sua mãe, enquanto os três homens andavam em sua direção, mas não antes de trancar a porta, e jogar a chave em algum canto que elas não achariam tão cedo. O medo tomou conta de Ruby. Sua respiração falhou, quando seu pai levantou a arma na direção da sua mãe.
-Vamos ver... Qual das vadias irei atirar primeiro?
-Não atire na Ruby ainda. Eu e Zac podemos ter uma diversão com ela antes.
O pai deu de ombros, endireitando a arma para a mulher. Ruby viu aquelas coisas em câmera lenta. Antes que o pai pudesse puxar o gatilho, Ruby virou de costas e segurou os braços da sua mãe, a segurando com força enquanto colocava a cabeça em seu pescoço. Por um minuto, a garota achou que não estivesse mais sentindo o chão. Uma dor agonizante passou em cima das suas costelas, e quando percebeu, já estava caída em cima da sua mãe, no porão da sua casa.
Lillith, a mãe de Ruby, deu um sorriso. A garota não podia ser... Podia? A última vez que tinha visto alguém atravessar o chão foi na faculdade... Ruby gemeu de dor, e olhou para o lado do seu corpo, se deparando com um fundo arranhão em cima da sua costela. O sorriso de Lillith sumiu do rosto. A loira correu para o kit de primeiros socorros que guardava ali e pegou um pouco de gaze. Ela rasgou a blusa da filha e colocou a gaze ali, a informando para fazer pressão, até que pusessem ir para um hospital.
Em suas cabeças, os passos furiosos de Jason, pai de Ruby, ecoavam pelo piso de madeira, seus gritos abafados pelo teto em cima delas. O desespero no olhar das duas era evidente, mas, como iriam sair dali? A portinha do porão se abriu, e um sorriso maldoso apareceu nos lábios do pai da garota. Ele desceu lentamente, a arma ainda em sua mão, agora apontando para Ruby. Ele atirou uma vez, o tiro parando ao lado da garota, que agora derramava uma lágrima e um grito em desespero.
-Você é igual a um deles. Igual aquela aberração que a sua linda mãe sempre foi apaixonada.
Antes que ele pudesse dar mais um tiro, a mão esquerda de Ruby segurou o braço da sua mãe, enquanto a outra paou aberta no ar. A garota imaginou a pior coisa que um ser humano podia passar, e, em segundos, a mente de Jason se apagou, ele apenas se sentia preso em uma cadeira, pronta para dar um choque, e seus amigos ao seu lado. Lillith suspirou aliviada. Agarrou Ruby pela cintura e as duas correram o mais rápido que podiam, até um lugar onde pudessem estar a salvo.
***
Cinco anos se passaram. Agora Ruby já sabia quem era. Era uma Independente, assim como sua tia Cheryl, irmã da sua mãe. Pelo o que ela tinha entendido, agora ela era uma mutante, com o poder de Intangibilidade e Ilusionismo. Olha, não era a melhor coisa do mundo, mas pelo menos, agora sabia que sua mãe estava protegida, enquanto estivesse com ela. Os últimos cinco anos, Ruby treinou suas técnicas, ficando cada vez mais e mais forte, e cada vez dominava mais esses poderes. Mas, será que a garota não guardava ressentimentos?
Outros Dados
FRAQUEZAS:
A garota não consegue usar armas de fogo, nem que isso dependa a sua vida.
Desde então, não consegue se concentrar se estiver pensando no pai, o qual só trás pensamentos ruins, e desconcentra a garota.
Sua mãe é sua maior fraqueza, já que criou um elo tão especial com ela.

MANIAS:
Ruby tem mania de duvidar de todos. É uma mania que pode ser boa, mas as vezes a atrapalha. Ela sempre mantém um pé atrás quando conhece as pessoas, principalmente homens, não conseguindo saber, ao certo, se pode confia nele/nela, ou não.

PERICIAS:
Apesar da sua quase-fobia de armas, a garota é perita em lutas de todos os tipos. Geralmente dá golpes com perfeição, já que é muito ágil.
Também sabe lhe dar muito bem com facas e objetos cortantes em geral, sabendo trabalhar as armas que está consigo.


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Ruby V. Cromwell


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Mensagem por Lady Red em Qui Ago 15, 2013 7:25 pm



Ficha Aceitada!

Sua ficha esta muito boa, destacando uma parte bem marcante na vida de sua personagem. Além de ela ser uma pessoa que parece ser boa em ser amigo. Seja bem-vinda Ruby. O poder ilusionismo já foi nivelado, agora só falta intangibilidade.


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Lady Red


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