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[FP] Violett Kingsleigh Castellan

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Mensagem por Violett K. Castellan em Dom Ago 18, 2013 12:41 pm


Violett K. Castellan

Um artista é um sonhador que consente em sonhar o mundo real

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Violett Kingsleigh Castellan
CODENOME:
Nenhum até o momento.
IDADE:
15 anos
NACIONALIDADE:
Inglesa
GRUPO:
Jovens Vingadores
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
Estudante
Pode-se dizer que Violett é uma incomum sonhadora. Sempre flutuando em seu mundinho perfeito, já que o mundo real não lhe parece servir. Embora goste de usar sua imaginação, sabe quando deve voltar para aceitar suas responsabilidades, mesmo não gostando muito de fazer isso. Nas horas vagas, gosta de compor músicas e tocá-las no violão ou mesmo no piano. Suas melhores composições retratam o cotidiano de uma garota incompreendida pela vida, que busca sempre descobrir um mundo novo, onde as pessoas não tenham de fingir o que não são, ou tratar bem a quem não merece. Odeia o fato de que os pais se ausentam nos momentos mais importantes de sua vida e raramente têm tempo de conversar com ela, quando têm, discutem e o resultado é o som da porta do quarto de Violett a bater violentamente.  Talvez seja a ausência dos pais que a faça se sentir diferente dos outros, talvez seja a falta que o seu coração sente dos velhos amigos que fora obrigada a deixar para trás ao se mudar de Bradford para New York, quem sabe?

Seu gênio forte está distribuído em 1,65 de altura e pura teimosia. Descreve seu estilo de roupas como "meio-a-meio", nada muito escuro e gótico, nem muito colorido ou cor-de-rosa como as chamadas "patricinhas". Gosta de usar sapatilhas e all star, cabelo solto e geralmente deixa sua única tatuagem  relativamente pequena localizada no pulso à mostra, que possui a forma de uma nota musical.
Poderes e Habilidades

Campo de Força
Usando de bastante concentração e força, Violett pode dar qualquer forma aos seus campos, como barreiras, colunas, cones, cilindros, dardos, discos, esferas, plataformas e bastões. Criando um de seus campos de força dentro de um objeto ou pessoa e expandindo o campo, a garota faz com que seu alvo exploda, porém isso exige extrema vontade e atenção. Se usar de toda sua concentração, pode voar criando campos de força suficientemente fortes para se sustentar no ar, e provavelmente, quando faz isso enfraquece significativamente.

Pirocinese
Ao "estalar" os dedos, Violett é capaz de criar uma pequena chama que pode ser usada como vela. Pode atacar com esferas e rajadas de fogo, lançando-as na direção do inimigo. Aprendeu, com o tempo, a controlar chamas com precisão, independente do tamanho.

Antecedentes históricos
Dias comuns de escola, vida normal. Não. Nada disso existia na vida dessa adolescente. Violett Katheryn Lennon Chevalier, ou apenas Vio ou Lett, como gosta de ser chamada, nasceu em Bradford, Inglaterra e depois de completar 15 anos sua vida mudou completamente.
Quando se mudou para Nova York, sabia que sua vida também tomaria um rumo diferente. Escola nova, amigos novos, continuar sem ver os pais em grande parte do ano. Sim, mal os via, pois trabalhavam muito, nem mesmo ela sabia em quê e quando perguntava, eles acabavam não respondendo a verdade e ela sabia disso, ela sabia que não eram viagens à trabalho que faziam à toa. Afinal por quê nunca viu nenhum colega de trabalho dos pais? Claro que estavam mentindo, mas ela não sabia o porquê e quando descobriu, queria nunca ter descoberto.
Logo no primeiro dia de aula na escola nova, o alarme de incêndio tocou e todos entraram em pânico, claro. Alunos e professores alvoroçados, correndo de um lado a outro, tentando acalmar a situação e retirar os alunos de lá, pois a situação começava a ficar crítica. Estavam na terceira aula, quando aconteceu. Logo o diretor apareceu na porta da salinha em que se encontravam cerca de 32 alunos em estado de choque, aflitos para sair dali, ouvindo os gritos que ecoavam pelos corredores da escola.
Foram guiados para fora da sala, correndo pelo corredor direto para fora da escola. No que puderam ser ouvidos passos rápidos em fila acompanhados de gritos aflitos, Violett saiu do banheiro. Má sorte devia ser seu sobrenome, quer dizer, quando ouviu o alarme de incêndio e tentou sair, a porta trancou e não quis mais abrir de jeito nenhum. Quando conseguiu abri-la, todos já estavam do lado de fora do colégio, que agora se destruía parte a parte, começando pelo teto que caía consequentemente, seguido de algumas paredes de madeira em chamas. A fumaça abraçava a cantina, no primeiro andar do colégio, que era o único lugar à que ela conseguiu chegar antes de uma parede trancar a passagem que dava no corredor que levava à saída de emergência. Seus gritos eram abafados pelo som agonizante do fogo engolindo aos poucos o colégio. A fumaça agora começava a incomodar, dificultando a respiração.
Sua vida passou diante dos seus olhos, como um curto filme que relatava o quanto queria poder se despedir das pessoas que ama. Mas não desistiria, lutaria até o último momento.
A situação piorava a cada minuto, e enquanto ela se colocava entre a vida e a morte, teve uma idéia. A cantina ficava ao lado da diretoria, onde tinha uma enorme janela escondida pelas cortinas, se lembrava muito bem de quando veio ali com sua mãe fazer a matrícula, essa seria sua saída.
Correu como nunca antes, tossindo na tentativa de respirar, chegando logo a frente da diretoria, respirando ofegante, quase perdendo sua consciência, sem desistir. A parede atrás de si caiu, fazendo um barulho enorme em conjunto com o grito da menina assustada. Deu mais um passo, mas o teto, que era de madeira, também caiu, mas dessa vez vinha em sua direção. Gritou mais uma vez, com as mãos em volta da cabeça enquanto se abaixava esperando ser esmagada pelo peso do teto de madeira grossa, apertando os olhos. Mas não aconteceu. Não foi esmagada. Aos poucos abriu os olhos, suas mãos não estavam mais em sua cabeça, mas sim apontando para a pilha de madeira que se encontrava acima de sua cabeça, mas não em contato com ela, pois tinha uma espécie de campo de força a salvando. Mesmo sem acreditar, não teria muito tempo para pensar no assunto, com um impulso do “escudo” através do movimento de suas mãos, lançou para longe o teto destruído e deu mais um passo, estando agora dentro da diretoria oficialmente. Avistou de longe a janela e correu até ela, que estava emperrada, agora a fumaça invadia a sala e o momento ficou mais crítico, difícil de respirar, de andar, de se mexer. Por um instante pensou que seria o fim. Mas não podia se dar por vencida, ainda mais no primeiro dia de aula, que por sinal havia sido arruinado. Tossiu a última vez, enchendo os pulmões do que podia ser seu ultimo suspiro, já que agora a fumaça se alastrava e engolia a diretoria. Aflita, tentou abrir a janela, o que não aconteceu. Pensou por um instante e algo lhe ocorreu.
Forçou a janela para abri-la, mas não funcionou. Com um chute, ela cedeu um pouco, mas não abriu. A situação piorou. Como a janela era de madeira, foi também engolida pelas chamas. Por um movimento de impulso na direção da janela, o fogo sumiu, como se estivesse em uma história em quadrinhos de super-herói. Apenas ignorou o acontecido, pois ainda tinha de sair do local. Em sua segunda tentativa em chutar a janela, ou o que restou dela, para sua surpresa, obteve sucesso e se atirou para fora do colégio, deslizando através da mesma e caindo em cima da grama verde do jardim do colégio, perdendo completamente a consciência.
***
- Olhe, ela está acordando. – disse a voz que ela bem conhecia.
- Eu fiz um campo de força. – foi a primeira coisa que disse ao abrir completamente os olhos e sentar-se na cama de lençóis claros em que se encontrava. Seus pais se entreolharam como se já soubessem – Vocês não estão surpresos?
- Isso ia acontecer, eu falei. – disse o pai levando as mãos a cabeça.
- Não vem ao caso agora, ela tem de ficar em segurança. – respondeu a mãe sem olhar para a filha.
- Hey, eu to aqui, eu to ouvindo tudo. – disse Violett sem entender nada do assunto de que falavam – Vocês ouviram o que eu disse? Eu fiz um campo de força!
- Sim, nós ouvimos.  – responderam os dois ao mesmo tempo – Nós já queríamos ter te contado antes...
- Contado o quê? – sua voz aumentou.
- Você é uma pessoa muito especial. – respondeu a mãe segurando agora em sua mão direita.
- O que é? Eu to ficando maluca, é isso? – indagou Violett.
- Não, você não está maluca. – respondeu a mãe sorrindo – Você é diferente dos outros, você é especial. Você tem poderes.
A boca da jovem de apenas quinze anos se formou em um perfeito “O”. O que seus pais temiam era que ela usasse seus poderes para o mal e não para o bem, o que os fez mudar o destino da filha, fazendo-a tomar um rumo diferente. Levaram-na para transformá-la em uma vingadora, de maneira a ajudar as pessoas e não o contrário. Claro que antes, passou a treinar, de maneira a aumentar seus poderes.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
Se utilizar um campo de força muito extenso por um longo tempo, começa a fraquejar e  pode até desmaiar, porém são raras tais ocasiões, pois sempre procura equilibrar e limitar seus poderes.

MANIAS:
Tocar e compor.

PERICIAS:
Sabe manejar arco e flecha consideravelmente bem e tem uma mira relativamente boa.



Última edição por Violett L. Chevalier em Ter Ago 20, 2013 5:25 pm, editado 1 vez(es)

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Violett K. Castellan


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Mensagem por White Phoenix em Dom Ago 18, 2013 1:44 pm




Olá Violett!
''O mundo está nas mãos daqueles que tem a coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos[...]'' A frase do Paulo coelho define perfeitamente sua personalidade. Uma sonhadora que demonstra veracidade em suas ações e palavras, e é claro, não tem medo de dizer que sonha. Esta é a melhor forma de conhecer seu ‘eu’ interior e pensar o que pode melhorar em si e as pessoas ao seu redor. Logo após que li sua história, a palavra que veio a mente foi autenticidade e originalidade. Gostei da forma que mostrou o comportamento dos pais refletindo na Violett e como seus poderes afloraram – na escola pegando fogo. A sua escrita também consegue envolver o leitor, é coesa e de fácil entendimento. Parabéns, ganhará 5XP!



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