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{ Ficha de Personagem : Nix Schnee.

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Mensagem por White Phoenix em Sex Jul 12, 2013 1:19 pm


MODELO DE FICHA

O medo nunca está no perigo, mas em nós.

Dados Básicos - Fisico/Psicologico
NOME:
Nix Schnee.
CODENOME:
Nephilim.
IDADE:
17 anos.
NACIONALIDADE:
Russa.
GRUPO:
Jovens vingadores.
OCUPAÇÃO|PROFISSÃO:
---
Nix é alta, mede 1,67 de altura, tem cabelos longos e loiros quase brancos, pele tão alva como a neve. Possui olhos amendoados da cor verdes-acinzentados, e quando usa a telepatia seus olhos brilham intensamente na cor branca. Seu sorriso muitas vezes é de uma garota atrevida e amigável, mas mantem-se sempre misteriosa fechando para si seus pensamentos, até mesmo para a sua duplicata. É magra, entretanto tem porte físico de uma lutadora. Nunca soube explicar como sabe certas coisas, por exemplo, lutar. Nix tem grande habilidade acrobática e velocidade. E possui três sinais em formato de furos negros no pescoço até as costas.

Nix está sempre envolvida com diversas coisas ao mesmo tempo, é uma constante na vida, aventureira e muito curiosa, impaciente e dinâmica. Foge sempre da rotina buscando inovação, por isso tendem a acha-la imprevisível e frívola. Seu lema é viver o presente, preocupa-se muito pouco com o passado e não cria expectativas com o futuro. É um espirito livre. Relaciona-se muito bem com todos, mas ainda assim é muito reservada, no entanto sua duplicata é mais ousada, sempre querendo tomar seu lugar. Tenta ser mais paciente e equilibrar sua confusa personalidade com sua duplicata.
Poderes e Habilidades
Duplicação
Nix tem a capacidade de criar duplicatas de si mesmo, através de impactos cinéticos (socos, e etc). Basicamente, cada vez que é atingida, o seu corpo replica-se. Nix pode atingir-se a si próprio se necessário (por exemplo, batendo palmas) para utilizar o seu poder mutante. Também tem a habilidade de manter contato empático com suas cópias.

Telepatia
Nix é capaz de ler os pensamentos ou projetar seus próprios em outras mentes, criando assim uma ligação mental com qualquer pessoa. Ela também sonda as mentes colocando pensamentos e ideias de modo que possa controlar as ações do alvo. Manipula a memória ao ponto de fazê-las esquecer duma parte ou criar uma nova memória. Rouba informações para o seu proveito. Tem a capacidade de mascarar a si mesmo, tornando sua aparência ou de outras pessoas semelhante ao de uma sombra ou totalmente invisível. Tem a habilidade de criar ilusões telepáticas realísticas e fazer as pessoas vivenciarem eventos que não estão realmente acontecendo.

Projeta rajadas de força psiônica que afetem a mente da vítima sem efeitos físicos, causando dor, deixando a vítima inconsciente ou até mesmo matando-a. Nix ainda não sabe, mas possui a capacidade de induzir paralisia física ou mental temporária ou definitiva, e de gerar barreiras psíquicas na mente dos outros mutantes capaz de bloquear uma parte dos seus poderes ou completamente o impedindo de usar suas habilidades.

Nix também possui a capacidade de armazenar e processar vastas quantidades de informação em sua memória, dando a ela aprendizagem sobre-humana. Com suas habilidades telepáticas ela também pode traduzir outras línguas como, exemplo se ela fala língua nativa dos americanos, e se estiver rodeado de pessoas que falam Português ela pode simplesmente conseguir ler todos aquelas mentes em alta-velocidade a ponto de traduzir língua nativa deles, podendo falar Português muito bem, além de poder ensinar telepaticamente outras pessoas com a mesma técnica.
Antecedentes históricos
Sabe aquele ditado, para tudo na vida se tem uma primeira vez?

Pois então, foi a primeira vez que me vi morrer. Como? Calma. Temos que voltar um pouco no tempo, uns sete anos atrás. Sim, foi onde tudo começou. Onde o estalar do relógio voltou a mover.

Uma brisa fria tocou em minha pele, obrigando-me a abrir meus olhos cansados. Bocejei passando a mão no rosto. Minha visão estava ainda turva, mas o som do ambiente era claro, até demais; Som de passadas. E cada um tinha o seu jeito. Movi minha atenção às pessoas a minha frente aonde iam e viam. Tomei conta de estar respirando e um ar sendo expelido, fiquei assoprando várias vezes vendo aquela fumaça desaparecer na escuridão. Em seguida analisei minhas mãos ricas em detalhes e frias como o gelo. Tudo fazia sentido e ao mesmo tempo nada fazia. O frio que sentia, as gotas brancas que caía do céu, e a minha existência.

Meus olhos tornaram a ficar cansados e escurecer em tempo em tempo. Minha visão passou a de estar assistindo um filme em cortes. Uma hora sentada no banco e na outra de mãos dadas com uma mulher de cabelos negros, com um olhar vazio, sorrindo calorosamente.

Por longos quatro anos, passei a conviver com aquela mulher, criando uma pequena afeição a ela. O dia de o meu acordar tonou-se uma mera lembrança. Ela sorria a tudo, até mesmo as besteiras ou aos erros ortográficos que causava em suas aulas. Penteava dia e noite meus cabelos e antes de dormir me dava um beijo de boa noite na testa. Devo ter lido em algum lugar que era isso que mães faziam, mas ainda assim não deixou de ser a desconhecida do olhar inexpressivos.

Pouco a pouco seu comportamento tornava-se estranha. Não se lembrara de onde havia colocado as chaves, questionava o porquê dos moveis estarem em lugares diferentes, até mesmo quem eu era. Na hora não liguei, deveria ser uma de suas brincadeiras. Entretanto no mesmo dia ocorreu o inesperado. Um de seus amigos viera jantar em casa. Ele perguntou quem eu era. A mulher dos olhos vazios não soube responder permaneceu em silencio. Como uma ligação cortada, sentir minha mente perder-se no vazio. Os pratos que segurava quebraram com a queda. Minha expressão fora de ter sido pega por algo que fez sem querer.

Os fitei perplexa pelo que havia causado. Todo esse tempo iludindo a desconhecida e a mim mesma. Os pensamentos de ambos - em especial o da mulher - entraram em turbilhão em minha mente como um soco. Aquilo causava muita dor. O homem agarrara pelo braço vociferando perguntas. Ele sabia que eu não era normal, mas me tratava como se fosse de outro mundo - um monstro. Queria que ele parasse, mas as palavras não vinham. Olhava para a desconhecida esperando que me ajudasse, mas nada fez. Pelo contrário pegou o telefone e começou a discar para policia. O desespero se apoderou de mim.

- Não! – Exultei.

O olhar vazio voltou a mulher, devolvendo o telefone no lugar. O homem ficou estonteado. Soltou-me em um empurrão indo na direção da mulher, abraçando-a e chamando pelo nome carinhosamente assombrado. Marta. Ah, ela tem um nome. A verdade é que não tinha notado, a desconhecida ali era eu. O ar escapou de meus pulmões, meu coração bateu fora do tempo, minhas mãos suavam e tremiam. O que eu estou fazendo aqui? Por que eu estou aqui? Corri dali o mais rápido que pude até sentir meus pulmões estourarem, esbarrando em uma pessoa sem olhar para trás.  

Ofegava e suava. Estava cansada. As mesmas perguntas turbilhoavam em minha mente novamente. Todos os meus sentidos estavam mais vivos do que nunca. Acordei pela segunda vez naquele dia; Doce ilusão. Olhei para os lados, silencioso e escuro, corri sem pensar em direções. A escuridão parecia me engolir aos poucos até que fora cortada por um som diferente e por duas luzes pousando sem piedade em meu rosto. Vinha na minha direção em alta velocidade. Eu sabia o que era, mas meu corpo não movia. Talvez ele não quisesse sair dali, talvez soubesse que isso seria inútil.

Senti um forte empurrão nas costas, fazendo-me sair do lugar e cair mais a frente. Olhei atônita. Uma garota loira de cabelos longos, tão branca quanto à neve transluzia ao luar, era eu. Ela sorriu docemente, sussurrando em minha mente como uma musica de ninar.

 ‘Sobreviva!’

O carro a pegou sem aviso prévio.

Você já teve a oportunidade de ver ou escutar um atropelamento? O corpo flutuar contorcendo-se como se fosse um boneco e o toque do corpo no chão. É como escutar uma torta grande cair e o recheio são ossos, órgãos e sangue.

A única cosia que escutava era minha respiração.

Então foi assim que me vi morrer pela primeira vez, mas calma que ainda não acabou. Para a minha surpresa, a garota sumira depois disso. O motorista também ficou atônito com o estrago do carro, mas sem vitima, ele fugiu sem pensar duas vezes. Eu também fugir. O pouco resquício de minha existência sumira por completo ali.

Atualmente resido em Nova York, para ser exata na Mansão dos Jovens Vingadores. Eu e minha duplicata - depois de um tempo minhas duplicatas passaram a ter personalidades cada vez mais excêntricas e incontroláveis – formos descobertas por um grupo que age secretamente. Ah, não posso esquecer de mencionar que uma de minhas duplicatas criou vida ‘própria’, às vezes ela consegue me deixar confusa e irritada, indagando-me quem realmente é a original. Mas essa é outra história que contarei outro dia.
Outros Dados
FRAQUEZAS:
Perder o controle com suas duplicatas.

MANIAS:
Conversar consigo mesma mentalmente.

PERICIAS:
Acobracias. Luta corporal.


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